Mulher Maravilha
Alguma vez você já se pegou tentando entender melhor o comportamento de um personagem? De fato, muitos deles nunca existiram na vida real, mas assim como nós, possuem uma personalidade característica, com qualidades, defeitos, medos e motivações.
A Metodologia DISC é uma ferramenta que pode nos ajudar a compreender o comportamento humano.
O inventor do DISC foi responsável também por criar um famoso nome dos quadrinhos:
Ao mesmo tempo, quando os homens foram guerrear, as mulheres é que tiveram de arregaçar as mangas e trabalhar para sustentar suas casas. Foi nesse contexto de nacionalismo somado a emancipação feminina que, em 1941, nasceu a Mulher-Maravilha. Ela tinha tudo: era uma mulher forte, poderosa, bonita – e, de quebra, estava vestida com as cores da bandeira dos EUA, com uma águia careca, o símbolo do país, estampada no peito. No início, Diana até ajudava Trevor a lutar contra nazistas.
A história do criador da heroína, William Moulton Marston, é tão interessante quanto a dela: psicólogo, ele ajudou a criar o detector de mentiras, defendia a igualdade de gêneros e era liberal em relação ao sexo – inclusive, vivia um relacionamento poliamoroso com sua esposa, Elizabeth, e uma outra mulher chamada Olive Byrne, que vivia usando mas pulseiras metálicas (tudo isso nos conservadoríssimos anos 40).
William fazia parte do time que originou a DC comics, e foi convidado para criar seu próprio super herói. Por pressão da esposa, acabou inventando uma heroína mulher, inspirando-se em Elizabeth e em Olive. O detector de mentiras, então, virou o “laço da verdade”, os braceletes de Olive se tornaram os protetores de Diana, e a força de Elizabeth foi herdada pela amazona. Detalhe: no começo, a Mulher-Maravilha tinha uma série de referências ao sadomasoquismo – o que, junto com a pouca roupa, a estigmatizou por um tempo como um quadrinho “indecente”.
fonte:
http://encenasaudemental.net/post-destaque/willian-marston-e-mulher-maravilha-o-pioneiro-e-a-heroina/
http://super.abril.com.br/cultura/mulher-maravilha-uma-biografia-nao-autorizada/
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